CIGANA












Itaipu 05 de junho de 2016

O Culto de hoje foi muito proveitoso pra mim. Tive algumas percepções sobre a minha entidade que chamamos cigana.

Sempre questiono e desacredito mesmo sentindo em mim própria, talvez não seja dúvida. Mas entendimento. Como busco entender pelo intelecto, pelo material fica impossível.

Hoje questionei mentalmente que se apresentasse com uma imagem para eu usar como conexão, mas a intuição veio com essa explicação: ”Se sou energia não tenho imagem me apresento como uma rosa vermelha instrumento material que gosto de usar para os trabalhos materiais. Tenho duas imagens que foram marcantes em duas personalidades. Uma no Oriente onde me vestia com um manto branco  usava uma pedra azul claro na testa e uma rosa vermelha na mão. Perguntei como N.Senhora? Não, N.Senhora tem manto azul.  Aí me veio uma imagem revelada naquela  descrição. Continuou dizendo que veio na Espanha como uma linda moça cigana e dessa vez usava a rosa vermelha no cabelo.

Agora enquanto não é permitida a reencarnação necessita de almas afins que estejam encarnadas e com boa vontade para trabalhar .

Doy gracias a mi Rabi
Rabi
O designativo “Rabi” era usado no verdadeiro sentido da palavra como “instrutor”. (Jo 1:38) Mas, entre os judeus, pouco antes do nascimento de Jesus, veio a ser usado também como uma expressão de tratamento, e como um título de respeito e honra, significando “meu grande; meu excelente”. Esse título era exigido por alguns dos homens instruídos, escribas, instrutores da Lei. Eles se deleitavam em ser chamados de “Rabi” como título honorífico. Jesus Cristo condenou tal anseio por títulos, e proibiu seus seguidores de serem chamados de “Rabi”, uma vez que ele era o instrutor deles. — Mt 23:6-8.

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